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Fev 11 2016

Cresce número de carros com controle de estabilidade de série no Brasil

  •  Quinta, 11 de Fevereiro de 2016.

De acordo com estudo produzido pelo Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o número de carros disponíveis no mercado nacional com o sistema ESP (Controle Eletrônico de Estabilidade) como item de série cresceu no último ano. Foram analisados 299 modelos de veículos nacionais e importados à venda no país em 2015. Das 917 versões disponíveis no mercado, em 549 o item era de série; em 2014, apenas 499 eram equipadas com a tecnologia, o que representa um aumento de 22,3%. No Brasil, a disponibilização de fábrica do ESP pelas montadoras será obrigatória para todos os veículos a partir de 2022.

Para os modelos produzidos no país e na América do Sul, o crescimento das versões com o item de segurança foi de 49,4% em 2015, se comparado com o ano anterior. Entre os importados à venda no país, o aumento foi de 19,9% no mesmo período.

Na categoria dos hatches compactos, 18,5% possuem ESP como item de série e 81,5% não oferecem o sistema nem como opcional. Já na dos hatches médios, 82,5% das versões de fábrica possuem a tecnologia. Nos sedans compactos, 12% das versões analisadas contam com o sistema de estabilidade, enquanto nos sedans médios o percentual é superior: 67%.

No estudo, as picapes compactas lideram como a categoria que menos conta com o item: 89% das versões não são equipadas. Nos veículos esportivos, por outro lado, 81% das versões já saem das fábricas com o sistema. Em 2015, quem optou por um sedan de luxo encontrou o ESP em todas as versões disponíveis no mercado, antes mesmo de pegar as chaves.

“Desde o ano passado, temos notado um esforço maior por parte das montadoras em disponibilizar o ESP na produção dos seus modelos. Embora o item seja obrigatório para todos os veículos somente em 2022, ele representa uma maneira eficaz de dar mais segurança ao motorista caso seja preciso corrigir bruscamente a trajetória do veículo, especialmente em pisos de baixa aderência, como lama ou asfalto molhado”, afirma Emerson Feliciano, superintendente técnico do Cesvi Brasil.

Fonte: Diário de Permanbuco (Via Vrum)